Casos de intoxicação grave por baiacu em Aracruz,
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Casos de intoxicação grave por baiacu em Aracruz, relacionados ao consumo do fígado do animal em janeiro/fevereiro de 2024 — mas trata-se de baiacu, não sashimi opovo.com.br+5noticias.uol.com.br+5correiobraziliense.com.br+5.
Como saber se o peixe está estragado (inclusive para sashimi)?
Peixes, principalmente os usados para sashimi como salmão e atum, são altamente perecíveis. Um peixe estragado pode causar intoxicações graves se consumido cru. Abaixo, veja os principais sinais de deterioração e o que fazer:
⚠️ Sinais de que o peixe está estragado:
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Cheiro forte e desagradável
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Odores de amônia, enxofre ou podre indicam decomposição.
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Peixe fresco tem cheiro suave de maresia ou quase nenhum.
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Textura pegajosa ou viscosa
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A carne deve ser firme, elástica.
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Se estiver grudando nos dedos ou escorregadia, está ruim.
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Cor opaca ou escurecida
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Peixe fresco tem coloração viva e translúcida.
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Se estiver acinzentado, amarelado ou com manchas, descarte.
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Olhos fundos e opacos (em peixes inteiros)
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Devem ser brilhantes, úmidos e salientes.
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Presença de pontos brancos, mofo ou bolhas
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Indicam ação de bactérias e fungos.
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Cheiro ácido ou fermentado
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Aponta atividade bacteriana — NÃO consuma.
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🍣 Especificamente para sashimi (peixe cru):
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Peixe cru deve ser mantido entre 0 °C e 4 °C e consumido em no máximo 24 horas após o corte.
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Deve ser comprado de fornecedor com licença sanitária e mantido sob refrigeração constante.
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Nunca recongele peixe que já foi descongelado.
✅ O que fazer se desconfiar do peixe:
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❌ Não consuma — mesmo se estiver com boa aparência mas com cheiro alterado.
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🚮 Descarte imediatamente em local seguro, fora do alcance de animais.
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📷 Se for comprado pronto (restaurante, mercado), fotografe e acione a vigilância sanitária.
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📞 Reclame em canais como Procon, Ouvidoria de Saúde, ou ANVISA, se houver risco à saúde.
Pesquisas mais antigas (de 2005) em Brasília indicaram risco de contaminação por parasitas no sashimi e sushi noticias.uol.com.br.
Há também estudos antigos fora do ES sobre contaminação por parasitas e bactérias em sashimi, como o de São Paulo (2005) com coliformes www1.folha.uol.com.br.
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Mais recentemente, houve casos em São Paulo/RJ (2017, 2025) de sashimi reprovado por bactérias como Listeria e Aeromonas veja.abril.com.br.
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No Espírito Santo, não há notícias reportadas de reprovados, intoxicações ou apreensões envolvendo sashimi nos últimos 60 dias.
📝 Texto ampliado para incluir contexto:
Nos últimos 60 dias, não foram encontrados casos no Espírito Santo envolvendo sashimi contaminado, apreensões ou intoxicações nos principais portais como Gazeta, Tribuna, A Gazeta ES, Prefeitura e Procon-ES.
Fica claro que, mesmo com a crescente popularidade da culinária japonesa no estado, a rede de restaurantes ou vigilância local não reportou problemas recentes de saúde pública ligados ao sashimi — ao menos dentro dos dados disponíveis.
Para referência e comparativo, seguem alguns exemplos de casos relevantes, embora ocorridos fora do Espírito Santo:
📌 Exemplos de outros lugares:
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São Paulo (2005): Pesquisa encontrou coliformes fecais em sashimi de salmão, gerando recomendação da ANVISA para congelamento adequado veja.abril.com.br+4www1.folha.uol.com.br+4noticias.uol.com.br+4.
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Rio de Janeiro e São Paulo (2017): Sashimi reprovado em 10 restaurantes por contaminação com Listeria e Aeromonas, micróbios perigosos para saúde noticias.uol.com.br+1veja.abril.com.br+1.
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Rio Claro/SP (2015): Vigilância orienta boas práticas ao servir sashimi, reforçando refrigerar abaixo de 5 °C e higiene rigorosa .
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